António Pires de Lima, actual Ministro da Economia, veio a público “convidar” as empresas privadas a aumentarem os salários mínimos dos seus funcionários, sem esperarem que o governo tome a iniciativa. De facto, a Organização Internacional do Trabalho já tinha feito essa recomendação aos agentes económicos.
Por parte do executivo, o aumento do salário mínimo não é possível devido ao acordo de assistência financeira, independentemente de toda a pressão feita pelos parceiros sociais e sindicatos.
Se a iniciativa for alcançada pelo sector privado significará rentabilidade das empresas, e, também, um sinal de prosperidade para os funcionários. No entanto, se é realizado o aumento do salário mínimo, há necessidade de se reajustar os outros, com base no capital da empresa.
O Ministro ainda apelou ao consenso entre a oposição e a coligação de forma que a reforma do IRC prossiga. Também, destacou que as melhoras na economia, grande parte são devido ao “mérito das empresas e ao seu esforço admirável”.
Olli Rehn, vice-presidente da Comissão Europeia, avisa o Governo Português para que procure outras soluções, para o caso que o Tribunal Constitucional chumbe as medidas. No entanto, ambos os ministros, da economia e finanças, adiantam que não existe “Plano B”.
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=3516171&referrer=FooterOJ
consultado dia 8 – 11 – 2013, às 23.15h;
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=1&did=128220,
consultado dia 8 – 11 – 2013, às 22.58h.
Ana Rita Gato
(212268)
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